Aprendendo e ensinando

02/10/2010

DEIXAI VIR A MIM OS PEQUENINOS

Fonte: blog.educacional.com.br

Sábado passado, eu estava num simpósio, por isto não pude participar das visitas às famílias. Mas Sílvia e Gil foram. Este caso, que me foi contado pela Sílvia, é de uma das famílias visitadas.

Nós já conhecíamos a família visitada, composta da mãe e seis crianças (!). Como a mãe não havia passado na Sto. Amaro para pegar a cesta básica, Sílvia decidiu visitá-la para saber o que ocorrera. Quando Sílvia e Gil chegaram no cômodo, a mãe não estava, estava fora, num trabalho de faxina que conseguira. As seis crianças estavam deitadas, apertando-se no chão do pequeno cômodo do cortiço. Sílvia e Gil, então, decidiram voltar à Sto. Amaro para trazer-lhes a cesta básica.

De volta ao cortiço, entregaram às crianças a cesta básica, orientando-as (principalmente à maior, de 12 anos) e as ajudando a guardar os saquinhos de leite fresco e a carne na pequena geladeira.

Fizeram com elas um rápido e simples Evangelho no Lar. Quando estavam saíndo, a menina de 2 anos, olhando na direção deles que já estavam à porta, falou com um sorriso: "Tchau, Jesus!".


Escrito por H. Leonel às 22h52
[] [envie esta mensagem] []


29/09/2010

CASOS DO CHICO - 2

Chico em 1967, num trabalho social

Fonte da foto:

http://www.uai.com.br/htmls/app/foto175/2010/03/09/galeria_fotos,i=242/CHICO+XAVIER.shtml

 

Mais um caso do Chico que mostra a simplicidade e abertura de mente de um espírito superior. A fonte deste caso é a mesma de "Casos do Chico - 1".


VIAJANDO COM UM IRMÃO SACERDOTE

     Sentado no ônibus que o levaria a Belo Horizonte, Chico notou que seu

companheiro de banco era um Irmão Sacerdote.

     Cumprimentou-o e entregou-se à leitura de um bom livro.

     O Sacerdote, também, correspondeu-lhe o cumprimento, abrira um livro sagrado e ficara a lê-lo.

     Em meio à viagem, passou o ônibus perto de um lugarejo embandeirado, que comemorava o dia de S. Pedro e S. Paulo.

     O Sacerdote observou aquilo e, depois, virando-se para o Chico comentou: "Vejo esta festividade em honra de dois grandes Santos, e neste livro, leio a história de S. Paulo, cujo autor lhe dá proeminência sobre S. Pedro. Não se pode concordar com isto. S. Paulo é o Príncipe dos Apóstolos, aquele que recebeu de Jesus as chaves da Igreja."

     O Chico, delicadamente, deu sua opinião, e o fez de forma tão simples, revelando grande cultura, que o Sacerdote, que não sabia com quem dialogava, surpreendeu-se e lhe perguntou.

     "O Senhor é formado em Teologia, ou possui algum curso superior?"

     "Não. Apenas cursei até o quarto ano da instrução primária...

     "Mas como sabe tanta coisa da vida dos santos, principalmente de S. Paulo, de S. Estevão, de S. Pedro, e de outros, realçando-lhes fatos que ignoro?"

     "Sou médium..."

     "Então, o senhor é o Chico Xavier, de Pedro Leopoldo?"

     "Sim, para o servir."

     "Então, permita-me que lhe escreva e prometa-me responder minhas cartas, pois tenho muita coisa para lhe perguntar. Faça-me este favor. Afinal, verifico que Deus nos pertence."

     "Pode escrever; de bom grado responder-lhe-ei. Assim trabalharemos não apenas para que Deus nos pertença, mas para que pertençamos também a Deus, como nos ensina o nosso benfeitor Emmanuel."

     E, até hoje, Chico recebe cartas de Irmãos de todas as crenças, particularmente de Sacerdotes bem intencionados, como o irmão com quem viajou e de quem se tornou amigo.

     E, tanto quanto lhe permite o tempo, lhes responde e nas respostas vai distribuindo o Pão Espiritual a todos os famintos, ovelhas do grande redil, em busca do amoroso e Divino Pastor, que é Jesus.


Escrito por H. Leonel às 19h44
[] [envie esta mensagem] []



CASOS DO CHICO - 1

 

 

 

Em setembro de 2006, a revista Época (da Ed. Globo) fez duas eleições para escolher o maior brasileiro da História. Na primeira, um grupo de intelectuais montado pela revista escolheu Ruy Barbosa que foi, então, capa da edição 434 da revista. Na segunda eleição, do qual participaram milhares de leitores, Chico Xavier foi o mais votado, tornando-se, assim, a matéria de capa da revista Galileu História (da mesma editora) no. 8, de outubro do mesmo ano.

No editorial, o editor-chefe apresenta o Chico como “o maior nome do espiritismo do século XX” e acrescenta que: “Graças às impressionantes mensagens psicografadas por ele em seu centro espírita em Uberaba, brasileiros das mais diversas religiões passaram a ver o trabalho de médiuns com outros olhos. Não raro, católicos, protestantes e evangélicos declaram sua admiração e respeito pela obra realizada por Xavier”.

A matéria “O Homem que Escutava” tem 12 páginas. Traça uma breve biografia do Chico, trás um pequeno dicionário dos termos espíritas mais usados (dicionário espírita on line de Jorge Luiz Niederauer de Lima - http://www.annex.com.br/pessoais/confrariahpe/verbetes.htm) e uma entrevista com um dos seus biógrafos, Marcel Souto Maior, sobre seus contatos com o Chico. Trás, também, vários casos reais do Chico do livro “Lindos Casos de Chico Xavier”, de Ramiro Gama (Ed. Lake, 1995).

Um dos casos, que reproduzo abaixo, apesar de conhecido por muitos, vale a pena ser divulgado pela lição singela que nos dá, típica do Chico.

 

A ÁGUA DA PAZ

 

Em torno da mediunidade, improvisam-se, ao redor do Chico, acesas discussões.

É, não é. Viu, não viu.

E o médium sofria, por vezes, longas irritações, a fim de explicar sem ser compreendido.

Por isso, à hora da prece, achava-se quase sempre desanimado e aflito.

Certa feita, o Espírito de Dona Maria João de Deus compareceu e aconselhou-lhe: “Meu filho, para curar essas inquietações você deve usar a Água da Paz”.

O Médium, satisfeito, procurou o medicamento em todas as farmácias de Pedro Leopoldo.

Não o encontrou. Recorreu a Belo Horizonte. Nada.

Ao fim de duas semanas, comunicou à progenitora desencarnada o fracasso da busca.

Dona Maria sorriu e informou: “Não precisa viajar em semelhante procura. Você poderá obter o remédio em casa mesmo. A Água da Paz pode ser a água do pote. Quando alguém lhe trouxer provocações com a palavra, beba um pouco de água pura e conserve-a na boca. Não a lance fora, nem a engula. Enquanto perdurar a tentação de responder, guarde a água da paz, banhando a língua”.

O Médium baixou, então, os olhos, desapontado.

Compreendera que a mãezinha lhe chamava o espírito à lição da humildade e do silêncio.

 

 

 


Escrito por H. Leonel às 19h00
[] [envie esta mensagem] []



[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
 
 
 
       
   
Histórico
Categorias
  Todas as mensagens
  Link



OUTROS SITES
    Qualidade de Vida na Web - Vya Estelar
  Associação Brasileira de Pedagogia Espírita
  Cuide do seu Mundo
  Etudando Kardec
  Dialogando e Aprendendo
  Mãe do Avesso


VOTAÇÃO
    Dê uma nota para meu blog